um olhar ancestral pro futuro

IRIS visa criar pontes entre culturas ancestrais e contemporâneas para repensar a atuação da humanidade diante das múltiplas crises da modernidade – um ponto de encontro para sentir as dores coletivamente, reconhecer forças de cura e construir novos horizontes alinhados ao Bem Viver. Caminhos que respiram em comunhão com a natureza, que restaurem o nosso senso de comunidade e resgatem o caminho interior como ferramenta de transformação social.

Confira como foram as edições passadas

Festival IRIS 2023

Festival IRIS 2022

PROGRAMAÇÃO 2022

Veja o que rolou na primeira edição do Festival IRIS

SHOWS MUSICAIS

Mateus Aleluia

Shaneihu Yawanawá

Alessandra Leão

Xaxim

Roda de Samba da Dida

Show IRIS

Flaira Ferro

Natasha Llerena

Sued Nunes

CONFERÊNCIAS

O Amor

A prática do amor como potência para a construção de uma nova sociedade

Nivia Luz

Pastor Henrique Vieira

Lama Padma Samten (online)

Renato Noguera (mediação)

O Bem Viver

Uma oportunidade para imaginar outros mundos

Thiago Ávila

Eliane Potiguara

Tukumã Pataxó

Novos Paradigmas da Ciência

Eduardo Schenberg

Marcelo Gleiser (online)

Monica Gagliano (online)

Fabio Scarano (mediação)

Cultura de Paz e Comunidade

Servir ao mundo que sonhamos

Claudio Miranda

Sabine Liechtenfels (online)

Orland Bishop (online)

Nikita Llerena (mediação)

TALKS INDIVIDUAIS

A comida como Lente para Enxergar o Mundo

Bela Gil

O caminho interior para encarar o consumo excessivo

Nilton Bonder

Artivismo Íntimo

Flaira Ferro

Narrativas para construir um novo mundo

Thux (Perifa Connection)

Filosofias Ancestrais Africanas

Aza Njeri

Sagrado Trans

Meliny Bevacqua

Terra, território e ancestralidade no recôncavo baiano

Pai Duda de Candola

NFT, Arte e Feminino

Di Coutinho

Agrofloresta: A Tecnologia da Vida

Nat Muguet

O Futuro da Internet é Ancestral

Paula Martini

Mitologias no séc. XXI

Lucas Pirani (Rubi Cósmico)

Cortejo IRIS pela Paz

Cia de Mysterios e Novidades

Um espetáculo itinerante para saudar as encantarias, a magia, as matrizes milenares e raízes brasileiras. Uma celebração à Terra, à arte, à cultura popular, à vida e ao amor!

VIVÊNCIAS

A LER estará presente durante as tardes do Festival IRIS com uma programação voltada à literatura indígena e afro-brasileira.

Contação de Histórias

Olivio Jekupé

Desde que o samba é samba

Paulo Lins

Reencantando o Mundo

Renato Noguera

Leitura de Poesias de Manuel de Barros

Dança Intuitiva

Inaê Moreira

Oferenda à Pachamama

Mama Doris (Povo Aymara – Peru)

Origem

Mateus Delbem

Oficina de cantos e pinturas

Shaneihu Yawanawá

Oficina de expressão criativa

Cia de Mysterios e Novidades

Banho Sonoro com Tigelas de Cristal de Quartzo 432Hz

Pati Diogo

Workshop de Upcycling

Instituto E/ Osklen

Ecstatic Dance Brasil

Silent Disco
M3L Anie SkyWalker
Manoh a.k.a Pedro Araujo Mendes

Yoga

Nanda Coelho

Ecologia Profunda

Nathalia Manso

Vivencia de Massoterapia Espiritual

Jovina Rengha (Povo Guarani)

Ritual de Cura e Alinhamento com Alquimia Ancestral

Sabrina Ramos

Corpo En.canto

Natasha Llerena

Afinal, o que é o BEM VIVER?

O Bem Viver, "Teko Porã" (Guarani) ou "Sumak Kawsay" (Quechua), é uma filosofia indígena que repensa a vida em harmonia com a natureza.

Ela não se restringe aos ambientes andinos e amazônicos, mas dialoga com outros movimentos e culturas do mundo que visam uma transformação nos atuais modos de vida moderno.

Seus princípios percebem a Terra como um ser vivo, e nós, seres humanos, como parte dela. Portanto estamos inevitavelmente conectades.

Em contraponto a uma visão de sucesso atrelada ao acúmulo de bens materiais e crescimento econômico, que resulta na competitividade, no consumo e na exploração da Terra, o Bem Viver aponta para práticas baseada na doação, na reciprocidade, na cooperação e na comunhão com todos os seres humanos e não-humanos.

“O Bem Viver é eminentemente subversivo. Propõe saídas descolonizadoras em todos os âmbitos da vida humana. O Bem Viver não é um simples conceito. É uma vivência”.

(ACOSTA, 2016, p. 85)